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18out/11Off

PMERJ tera nova tropa de elite

A nova tropa contará com melhores equipamentos que o BOPE, segundo a emissora paulista. Dependendo da missão, a nova tropa poderá contar fazer uso de armas modernas ou até mesmo fazer uso de um colete à prova de balas de alta tecnologia. Ainda sobre o armamento, os novos operadores farão uso de caneleiras, cotoveleiras, joelheiras, capacetes... A farda da tropa será em tom azulado.

O uniforme da PMERJ, segundo a BandNews também sofrerá modificações. Maiores detalhes sobre a data que a nova tropa estará operacional não foi revelada, bem como o nome da mesma.

Em tempo, espero que essa nova tropa realmente cumpra com o papel de uma tropa de propósito especial, que tenha um adestramento e armas de primeiro mundo. Espero que gozem de uma ótima tecnologia para baixar a letalidade da PMERJ, afim de prender os marginais e fazê-los responder por seus crimes. Lembro que a missão de uma tropa de elite policial não é matar, mas sim chegar aonde uma tropa “comum” não chega ou é incapaz de conduzir uma operação de alto risco e não matar.
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18out/11Off

Brasil desenvolvera satelite com parceria da Africa do Sul e India

http://f.i.uol.com.br/folha/ciencia/images/11288178.gifO projeto do primeiro satélite conjunto de Brasil, Índia e África do Sul deve ser reabilitado na próxima semana, durante o encontro do Ibas (cúpula que reúne os três países), em Pretória.

Proposto há dois anos pelo Brasil, o projeto compreende dois microssatélites, um para o estudo do clima espacial, outro para observação da Terra.

O de clima espacial, dedicado ao estudo de fenômenos como tempestades solares, deverá ser o primeiro da parceria. No Brasil, a coordenação do projeto será do Inpe.

De acordo com os negociadores brasileiros, o custo total deve ficar em torno de US$ 10 milhões, além de cerca de US$ 7 milhões gastos para o lançamento do satélite. O custo é considerado relativamente baixo.

A África do Sul desenvolveria o chamado controle de atitude do satélite, o conjunto de instrumentos de posicionamento da máquina. O Brasil seria responsável pelos sensores de coleta de dados e caberia à Índia o lançamento da sonda.

Especialistas da área espacial ouvidos pela Folha afirmam, porém, que o gigante asiático está reticente em relação à parceria trilateral.

A Índia, afinal, é uma potência espacial emergente, que recentemente lançou uma sonda na superfície da Lua e não tem interesse em um projeto tecnologicamente mais elementar. O maior interesse indiano seria o de vender a tecnologia.

No encontro da próxima semana, que terá a presença da presidente brasileira, Dilma Rousseff, do presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, brasileiros e sul-africanos irão pressionar politicamente os colegas asiáticos para embarcar no projeto.

O satélite era visto com entusiasmo no governo Lula, por dar “materialidade” ao grupo de países do hemisfério Sul. “Tem um aspecto positivo de cooperação tecnológica sul-sul”, diz o diretor do Inpe, Gilberto Câmara.

A Índia, entretanto, é essencial para o projeto, porque o custo de lançamento de um microssatélite por quilo é mais elevado do que o de um satélite de 5 toneladas.

Além disso, como a ideia é cobrir tanto o Brasil quanto a África do Sul, a nave teria de ser lançada numa órbita oblíqua.

Ou seja, nem circulando os polos, como a maioria dos satélites de sensoriamento remoto, nem equatorial, como os satélites geoestacionários.

Para isso, seria necessário embarcar o microssatélite de “carona” com algum outro satélite num foguete indiano. “A Índia explora esse tipo de órbita”, diz Câmara.

A África do Sul e o Brasil têm interesse em cooperação tecnológica, já que já são parceiros diplomáticos nos fóruns internacionais sobre uso pacífico do espaço. A África do Sul também abriga a primeira estação de recepção de imagens do satélite sino-brasileiro CBERS, que distribui imagens para a África.

O país africano tem, ainda, capacidade tecnológica “ociosa” nessa área, resquícios de um programa de cooperação nuclear com Israel durante o regime do apartheid (1948-1994).

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