PMERJ tera nova tropa de elite
A nova tropa contará com melhores equipamentos que o BOPE, segundo a emissora paulista. Dependendo da missão, a nova tropa poderá contar fazer uso de armas modernas ou até mesmo fazer uso de um colete à prova de balas de alta tecnologia. Ainda sobre o armamento, os novos operadores farão uso de caneleiras, cotoveleiras, joelheiras, capacetes... A farda da tropa será em tom azulado.

Fronteiras brasileiras tem mais controle contra o crime
Por Nelza Oliveira para Infosurhoy.com
O crime organizado vai enfrentar cada vez mais repressão ao longo dos 16.886 km de fronteiras brasileiras.
A Operação Sentinela apreendeu volume de drogas três vezes superior ao confiscado pela Polícia Federal nos cinco primeiros meses do ano. Apenas em junho e julho, foram apreendidas 33,7 toneladas de maconha e cocaína, segundo balanço divulgado pelo Ministério da Justiça em 29 de agosto.
A Sentinela integra o Plano Estratégico de Fronteiras, lançado em 8 de junho pelo governo federal.
Com orçamento de R$ 120 milhões para 2011, segundo o Ministério da Defesa, o plano prevê diversas ações integradas entre as Forças Armadas e os órgãos federais de segurança pública.
A cooperação com países vizinhos também faz parte da estratégia de prevenção e combate aos crimes mais praticados nas fronteiras: tráfico de drogas, armas e pessoas; delitos fiscal, financeiro e ambiental, além de homicídios.
Em julho, quando a Operação Sentinela foi intensificada, foram apreendidas 23,5 toneladas de drogas – 22,16 toneladas de maconha e 1,34 tonelada de cocaína –, o que representa um crescimento de 130% em relação a junho.
A investida também resultou na prisão em flagrante de 786 adultos e 70 jovens infratores.
Dos 8.514.876,599 km2 de área do território brasileiro, 27% são de divisas. São 710 municípios em 11 estados fazendo fronteira com 10 países.
O plano prioriza o reforço à segurança em 34 pontos considerados de maior risco ao longo dos 7.363 km de limites por terra e 9.523 km por rios, lagos e canais
“Todos os pontos vulneráveis que foram mapeados ao longo da faixa de fronteira receberão atenção”, afirma o general José Carlos De Nardi, chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, responsável pelo planejamento do emprego da corporação em operações militares conjuntas. “Em cada um deles, atuaremos para coibir ilícitos e reduzir a criminalidade, a partir da coordenação, do planejamento e da execução de operações militares e policiais.”
Os ministérios da Defesa e da Justiça não divulgam as áreas de fronteira onde as forças de segurança estão operando de forma integrada por questões de sigilo operacional.
A Operação Sentinela foi lançada em março de 2010, mas ganhou mais força com o novo plano de segurança nas fronteiras, que prevê aumentar em 100% o efetivo do Ministério da Justiça –composto pelas polícias Federal e Rodoviária Federal – nas ações.
Os esforços são coordenados pelo governo federal, com apoio logístico das Forças Armadas.
Também faz parte do plano a Operação Ágata, coordenada pelas Forças Armadas, com ações em áreas previamente determinadas. As atividades começaram no início de agosto nas fronteiras amazônicas – região limítrofe com Bolívia, Colômbia e Peru, sendo os dois últimos países os maiores produtores mundiais de cocaína, de acordo com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).
A Ágata inclui ainda a promoção de acordos com os países fronteiriços.
O primeiro foi firmado em 4 de agosto com a Colômbia, visando à criação da Comissão Binacional Fronteiriça (Combifron) e à adoção do Plano Binacional de Segurança Fronteiriça.
O acordo deve fortalecer a cooperação e o intercâmbio de informações entre as Forças Militares, a Força Nacional de Segurança Pública e polícias dos dois países.
“Planeja-se adotar a mesma proposta militar com todos os países que fazem fronteira com o Brasil”, diz o general De Nardi.
A Operação Ágata deve se estendida às regiões Centro-Oeste, na fronteira com Bolívia e Paraguai, e Sul, no limites com Paraguai, Argentina e Uruguai.
O plano também determina a instalação de Gabinetes de Gestão Integrada de Fronteira (GGIF), que irão integrar e articular o trabalho dos órgãos de segurança pública federais, estaduais e municipais nos 11estados brasileiros que fazem divisa com outros países.
Melhorias nas instalações físicas das unidades das polícias Federal e Rodoviária Federal também estão previstas.
“Eu tenho certeza de que essa não é uma ação que visa a transferir o problema das nossas fronteiras para os países vizinhos”, disse a presidente Dilma Rousseff durante a solenidade de lançamento do Plano Estratégico de Fronteiras, em 8 de junho. “Pelo contrário, visa a construir junto com os países vizinhos uma proteção dessa área de fronteira onde coexistem de forma harmônica, sem guerra, sem conflitos, dez países da nossa América Latina.”

Charles Manson, famoso assassino, tinha celular embaixo do colchao em prisao dos EUA
Charles Manson não posta no Facebook usando um telefone inteligente, mas ele fez faz chamadas usando um telefone celular da prisão.
O infame assassino condenado teve um flip LG escondido debaixo do colchão, que foi encontrado por funcionários da prisão. Manson usou o telefone para fazer chamadas e enviar mensagens de texto para pessoas na Califórnia, Nova Jersey, Flórida e Columbia Britânica, Terry Thornton, porta-voz do Departamento de Correções da Califórnia, afirmou ao Los Angeles Times:
"Contrabando de telefones celulares estão se tornando tão comuns nas prisões da Califórnia que os guardas não podem mantê-los fora das mãos dos presos mais famosos e violentos: Mesmo Charles Manson, orquestrador de um dos mais notórios assassinatos na história dos EUA", disse o Times », referindo-se ao assassinato de 1969 atriz grávida Sharon Tate e de outras seis pessoas.
O presidente Barack Obama assinou uma lei que proíbe, em agosto, telefones celulares em presídios federais e torna-o um crime que é punível com até um ano de prisão por contrabando, observa o Times. Mas a lei não se aplica às unidades prisionais do Estado. E é aí que Manson, 76 anos, se encontra, na Corcoran State Prison, na Kings County, na Califórnia
Justin Walker, outro assassino confesso, foi recentemente descoberto usando um BlackBerry para enviar fotos de si mesmo a partir de sua cela na prisão no Facebook. Esse estado faz com que seja um crime ter um telefone celular em uma instituição correcional, e as autoridades estão investigando o caso.
Na Califórnia, os telefones celulares em área prisional tem aumentado exponencialmente nos últimos anos, dizem as autoridades . Guardas encontraram 1.400 em 2007, quando o departamento começou a manter registros de apreensões. O número saltou para 6.995 em 2009 e situa-se em 8675 este ano ", disse o jornal.
Indignado com o relatório, o senador estadual Alex Padilla, disse sexta-feira que planeja lançar dois projetos de lei para "acabar com a proliferação ilegal de telefones celulares e outros dispositivos de comunicação sem fio em prisões da Califórnia."
"Enquanto os presos puderem ter em suas mãos telefones celulares, nem as nossas prisões, nem as nossas comunidades serão completamente seguros", disse ele em um comunicado sexta-feira.
Nota do Editor: Enquanto isso num certo país tropical...



