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		<title>Joomla! powered Site</title>
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			<title>Powered by Joomla!</title>
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		<item>
			<title>Alencar defende que Brasil tenha armas nucleares</title>
			<link>http://aestrategia.com/content/view/179/34/</link>
			<description>
Na conversa com jornalistas, em seu gabinete, em Bras&amp;iacute;lia, Alencar,
ao ressaltar a necessidade de o Brasil ter meios para proteger seu
patrim&amp;ocirc;nio, citou o caso do Paquist&amp;atilde;o, que, segundo o vice, embora seja
um pa&amp;iacute;s pobre, tem assento em v&amp;aacute;rios organismos internacionais,
justamente por ter a bomba at&amp;ocirc;mica.  Eles sentam &amp;agrave; mesa porque eles t&amp;ecirc;m
arma nuclear. &amp;Eacute; vantagem? &amp;Eacute;, at&amp;eacute; do ponto de vista de dissuas&amp;atilde;o &amp;eacute;. &amp;Eacute;
importante , observou.

 

 

 

Na opini&amp;atilde;o do presidente em
exerc&amp;iacute;cio,  n&amp;oacute;s, brasileiros, &amp;agrave;s vezes somos muito tranquilos. N&amp;oacute;s
dominamos a tecnologia da energia nuclear, mas ningu&amp;eacute;m aqui tem uma
iniciativa para avan&amp;ccedil;ar nisso. Temos que avan&amp;ccedil;ar nisso a&amp;iacute; . Em seguida,
Alencar passou a pregar tamb&amp;eacute;m a necessidade de aumento do or&amp;ccedil;amento
das For&amp;ccedil;as Armadas e da vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste or&amp;ccedil;amento ao PIB.  Precisa ter
uma percentualidade do PIB entre 3% e 5%, que daria muita for&amp;ccedil;a para o
sistema de defesa, que precisa de cuidado e est&amp;aacute; abandonado h&amp;aacute; muito
tempo , comentou Alencar, que j&amp;aacute; foi ministro da Defesa.

 

 

 

O
presidente em exerc&amp;iacute;cio disse que este avan&amp;ccedil;o nas pesquisas tem de ser
para fins pac&amp;iacute;ficos, mas o fato de ter o artefato,  refor&amp;ccedil;a  o poder do
pa&amp;iacute;s.  N&amp;atilde;o estou dizendo que o Brasil vai fazer isso ou n&amp;atilde;o e nem quero
dizer se quero ou se n&amp;atilde;o quero. Estou fazendo uma an&amp;aacute;lise como
brasileiro. Se n&amp;oacute;s estiv&amp;eacute;ssemos nessas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, imagina o que seria o
Brasil? A respeitabilidade do pa&amp;iacute;s cresceria muito. Tem aquela frase `a
for&amp;ccedil;a &amp;eacute; o direito e a justi&amp;ccedil;a &amp;eacute; o poder do mais forte' , emendou.

 

 

 

As
declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Jos&amp;eacute; Alencar foram dadas no mesmo dia que o Conselho de
Seguran&amp;ccedil;a (CS) das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas aprovou uma resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o fim de
conter a dissemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o das armas nucleares no mundo. O Conselho, com
cinco membros permanentes e dez rotativos, passou a medida por
unanimidade. O Brasil reivindica um assento no Conselho. Anteontem,
Lula se reuniu por mais de uma hora, com o presidente do Ir&amp;atilde;, Mahmoud
Ahmadinejad, e fez uma enf&amp;aacute;tica defesa do colega iraniano, apoiando,
inclusive, o direito de Teer&amp;atilde; enriquecer ur&amp;acirc;nio, material das bombas
nucleares.

 

 

 

Questionado se esta declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de defesa de
armas nucleares n&amp;atilde;o precisaria de mudan&amp;ccedil;as na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Alencar
lembrou que somos signat&amp;aacute;rios do Tratado de N&amp;atilde;o prolifera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Armadas
nucleares, mas, em seguida, emendou:  eu acho que isso &amp;eacute; tudo
negociado, &amp;eacute; tudo conversado .

 

 

 

Alencar retornou de S&amp;atilde;o
Paulo na noite de quarta-feira, depois de mais uma sess&amp;atilde;o de
quimioterapia. Na semana que vem, Alencar reassume a presid&amp;ecirc;ncia, com a
ida de Lula para a Europa.

</description>
			<category>Notícias - Realidade Nacional</category>
			<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 08:22:33 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Chávez avalia relações com Colômbia por bases americanas</title>
			<link>http://aestrategia.com/content/view/178/34/</link>
			<description>
CARACAS - O presidente da Venezuela, Hugo Ch&amp;aacute;vez,
come&amp;ccedil;ou a analisar as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es com a
Col&amp;ocirc;mbia por considerar que uma maior presen&amp;ccedil;a militar
norte-americana no pa&amp;iacute;s vizinho representa uma amea&amp;ccedil;a
para seu projeto socialista. &quot;As tropas norte-americanas na
Col&amp;ocirc;mbia fazem o que querem e s&amp;atilde;o uma amea&amp;ccedil;a
para a Venezuela. Por isso, n&amp;oacute;s lamentamos esta
situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas nos vemos obrigados a revisar as
rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es com a Col&amp;ocirc;mbia&quot;, disse Ch&amp;aacute;vez
na noite de segunda-feira, 21, em um programa de televis&amp;atilde;o
estatal. 

 

O venezuelano, que afirma liderar uma revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o
socialista e anti-imperialista no pa&amp;iacute;s petroleiro, acusou o
governo colombiano de permitir a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas
bases norte-americanas. O presidente colombiano, &amp;Aacute;lvaro
Uribe, no entanto, tem assegurado que o acordo contempla somente o
uso de bases nacionais. Uribe defende o incremento da
coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o militar com Washington para fortalecer o
combate ao narcotr&amp;aacute;fico e a guerrilhas, uma decis&amp;atilde;o
criticada pelo grupo de pa&amp;iacute;ses de esquerda que Caracas
lidera na regi&amp;atilde;o.

 

Ch&amp;aacute;vez criticou em diversas ocasi&amp;otilde;es a estreita
rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Col&amp;ocirc;mbia com os Estados Unidos, seus
dois principais parceiros comerciais, apesar da posse de Barack
Obama este ano ter relaxado as tens&amp;otilde;es com o pa&amp;iacute;s que
considera seu inimigo ideol&amp;oacute;gico. Contudo, o l&amp;iacute;der
venezuelano retomou suas cr&amp;iacute;ticas &amp;agrave; Casa Branca por
considerar que os Estados Unidos permitiram o golpe de Estado
contra seu aliado hondurenho, o presidente deposto Manuel
Zelaya.

 

&quot;Eles (Estados Unidos) est&amp;atilde;o abrindo as portas a quem nos
ataca permanentemente ... e a quem tem derrotado governos e a quem
est&amp;aacute; apoiando o golpe em Honduras&quot;, disse Ch&amp;aacute;vez, que
frequentemente acusa Washington de estar por tr&amp;aacute;s do golpe
contra seu governo, que o deixou por algumas horas fora do poder em
2002.

 

Os EUA condenaram o golpe e amea&amp;ccedil;aram suspender a ajuda
econ&amp;ocirc;mica ao empobrecido pa&amp;iacute;s centro-americano se o
governo de facto se negar a restituir o presidente deposto, como
exigem a Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Estados Americanos (OEA) e a
Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas (ONU).




Fonte: Reuters

</description>
			<category>Notícias - Extras</category>
			<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 18:50:19 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Plano de equipamento e reestruturação do Exército</title>
			<link>http://aestrategia.com/content/view/176/34/</link>
			<description>Nesta semana, o Ex&amp;eacute;rcito apresentou
ao Minist&amp;eacute;rio da Defesa seus planos de equipamento e
reestrutura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que nortear&amp;atilde;o
a&amp;ccedil;&amp;otilde;es promovidas em um per&amp;iacute;odo de 2010 a 2030.
Para a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do documento, foram criados seis
grupos de trabalho (integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o,
articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, equipamento,
racionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, apoio e doutrina), que iniciaram a
elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de suas planilhas no m&amp;ecirc;s de
fevereiro, conforme adiantou o Defesa Brasil.



Entitulado de Estrat&amp;eacute;gia
Bra&amp;ccedil;o Forte, o plano compreende v&amp;aacute;rios projetos
realizados em pequeno, m&amp;eacute;dio e longo prazo e define os
projetos contidos no per&amp;iacute;odo de curto prazo, at&amp;eacute;
2014, como &amp;ldquo;necessidade emergencial&amp;rdquo;, em que, com um
m&amp;iacute;nimo de acr&amp;eacute;scimo de efetivo, o Ex&amp;eacute;rcito
Brasileiro dar&amp;aacute; prioridade absoluta a a&amp;ccedil;&amp;otilde;es
que permitam a conclus&amp;atilde;o de projetos j&amp;aacute; iniciados,
completando o n&amp;iacute;vel m&amp;iacute;nimo dos equipamentos militares
e infraestrutura atuais. Neste prazo, &amp;aacute;reas cr&amp;iacute;ticas,
com grande grau de obsolesc&amp;ecirc;ncia ser&amp;atilde;o atendidas, como
o armamento individual e o sistema de defesa anti-a&amp;eacute;rea.



Dentro deste contexto de emergencialidade,
o acr&amp;eacute;scimo m&amp;eacute;dio ao or&amp;ccedil;amento anual
at&amp;eacute; 2014 &amp;eacute; de pouco mais de 2 bilh&amp;otilde;es de
reais. A longo prazo, tal acr&amp;eacute;scimo pode chegar a 7
bilh&amp;otilde;es em investimentos. O custo total previsto para o
plano &amp;eacute; de 149,1 bilh&amp;otilde;es de reais, relativos a
projetos executados at&amp;eacute; 2030. O Ex&amp;eacute;rcito, contudo,
admite que tais recursos s&amp;atilde;o &amp;ldquo;expressivos&amp;rdquo; e que
a concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do plano em sua totalidade
ser&amp;aacute; uma decis&amp;atilde;o do Estado Brasileiro.



A m&amp;eacute;dio e longo prazos,
haver&amp;aacute; acr&amp;eacute;scimos significativos de efeito,
principalmente na Amaz&amp;ocirc;nia, que receber&amp;aacute;
aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial, como a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de
novos batalh&amp;otilde;es na fronteira e uma nova Brigada de
Infantaria de Selva em Manaus. A Regi&amp;atilde;o Amaz&amp;ocirc;nica
dever&amp;aacute; receber um acr&amp;eacute;scimo de 22 mil homens. No
total, o efetivo do Ex&amp;eacute;rcito dever&amp;aacute; crescer em cerca
de 59 mil militares.



O plano &amp;eacute; dividido ainda em
programas, como o &quot;Sentinela da P&amp;aacute;tria&quot;, que cuidar&amp;aacute;
da reestrutura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, redistribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e
cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas unidades militares e brigadas, que
dever&amp;atilde;o seguir o princ&amp;iacute;pio da alta mobilidade, com
tropas aerotransport&amp;aacute;veis e de alto poder de fogo. J&amp;aacute;
o programa Combatente Brasileiro (COBRA), nortear&amp;aacute; a
aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, principalmente, o desenvolvimento de
novos equipamentos militares, no &amp;acirc;mbito do sistema de
ci&amp;ecirc;ncia e tecnologia do Ex&amp;eacute;rcito Brasileiro, com
absoluta prioridade &amp;agrave; ind&amp;uacute;stria nacional, visando o
desenvolvimento de produtos de defesa de alto potencial de
exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e valor agregado.

Descentraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o



Dando sequ&amp;ecirc;ncia a um movimento que
vem sendo realizado h&amp;aacute; anos, o Ex&amp;eacute;rcito pretende
transferir unidades situadas no Rio de Janeiro para outras
regi&amp;otilde;es do pa&amp;iacute;s, como a Amaz&amp;ocirc;nia. A Brigada de
Infantaria Paraquedista dever&amp;aacute; ser transferida para a cidade
goiana de An&amp;aacute;polis, paralelamente ao movimento
an&amp;aacute;logo das unidades de transporte da For&amp;ccedil;a
A&amp;eacute;rea Brasileira. Tal fato sugere alta harmonia e
integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as duas For&amp;ccedil;as Armadas,
al&amp;eacute;m de obedecer a um dos par&amp;acirc;metros da
Estrat&amp;eacute;gia Nacional de Defesa, que determina ao
Ex&amp;eacute;rcito possuir alto grau de mobilidade dentro do
territ&amp;oacute;rio nacional, podendo se fazer presente em qualquer
ponto, no menor tempo e com o maior poder poss&amp;iacute;vel.</description>
			<category>Notícias - Extras</category>
			<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 13:39:46 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Ofensiva dos EUA avança no Afeganistão</title>
			<link>http://aestrategia.com/content/view/175/34/</link>
			<description>Os EUA lan&amp;ccedil;aram na quinta-feira, no
sul do Afeganist&amp;atilde;o, sua maior opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o militar
contra o Taleban desde que o presidente Barack Obama assumiu o
poder. O alvo da chamada Opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Khanjar (Golpe da
Espada) foi a Prov&amp;iacute;ncia de Helmand, um dos basti&amp;otilde;es
do extremismo isl&amp;acirc;mico e da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de
&amp;oacute;pio no Afeganist&amp;atilde;o. O objetivo &amp;eacute; restaurar a
confian&amp;ccedil;a dos afeg&amp;atilde;os no governo local e garantir a
seguran&amp;ccedil;a da regi&amp;atilde;o antes das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es
presidenciais de 20 de agosto.









Os militares avan&amp;ccedil;aram pelos
vilarejos na &amp;aacute;rea controlada pelo Taleban encontrando pouca
resist&amp;ecirc;ncia na fase inicial da ofensiva - com pequenas armas
de fogo - ainda que esta seja uma t&amp;aacute;tica comum entre os
militantes. A parte dif&amp;iacute;cil da opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o
ser&amp;aacute; conseguir o apoio dos habitantes da regi&amp;atilde;o. A
ofensiva na &amp;aacute;rea de 88 quil&amp;ocirc;metros controlada pelo
Taleban no sul do pa&amp;iacute;s ser&amp;aacute; uma prova para a nova
estrat&amp;eacute;gia de Obama, para permitir que o governo
afeg&amp;atilde;o estabele&amp;ccedil;a ra&amp;iacute;zes em Helmand. As
mil&amp;iacute;cias demonstraram for&amp;ccedil;a na regi&amp;atilde;o, e
grandes regi&amp;otilde;es est&amp;atilde;o sob controle do grupo, com
pouca ou nenhuma presen&amp;ccedil;a do governo.











A falta de resist&amp;ecirc;ncia dos
militantes pode mudar nos pr&amp;oacute;ximos dias, segundo afirmou
nesta sexta o capit&amp;atilde;o Bill Pelletier, porta-voz da unidade.
Segundo ele, o objetivo da opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o
&amp;eacute; acabar com o Taleban, mas sim ganhar a confian&amp;ccedil;a da
popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o local&quot; - tarefa dif&amp;iacute;cil numa
regi&amp;atilde;o em que os estrangeiros s&amp;atilde;o vistos sob
suspeita. &quot;&amp;Eacute; importante engajar-se com
l&amp;iacute;deres-chaves, ouvir o que eles mais precisam e quais
s&amp;atilde;o as suas prioridades&quot;.







No segundo dia da opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o,
as unidades conseguiram o controle de centros locais como Nawa e
Garmser, e negociaram sua entrada em Khan Neshin, capital do
distrito de Rig, afirmou Pelletier. &quot;Eles esperam por
l&amp;iacute;deres locais e das aldeias&quot; fora de Khan Neshin e , &quot;com
sua permiss&amp;atilde;o, entrar&amp;atilde;o&quot;.







A presen&amp;ccedil;a militar americana no
Afeganist&amp;atilde;o j&amp;aacute; dura oito anos. No entanto, apesar dos
90 mil soldados estrangeiros no pa&amp;iacute;s, os &amp;iacute;ndices de
viol&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o param de aumentar e nas &amp;uacute;ltimas
semanas quebraram recordes. Com a proximidade das
elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es presidenciais, autoridades locais temem que
haja ataques contra col&amp;eacute;gios eleitorais ou
a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de intimida&amp;ccedil;&amp;atilde;o para impedir a
popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de votar. As campanhas dos candidatos
j&amp;aacute; tiveram in&amp;iacute;cio na semana passada.





Uma porta-voz da coaliz&amp;atilde;o,
Elisabeth Mathias, explicou &amp;agrave; ag&amp;ecirc;ncia Efe que
est&amp;atilde;o sendo registrados &quot;intensos combates&quot; nos arredores do
munic&amp;iacute;pio de Khanishin, capital do distrito de Reg, e outras
zonas do vale do rio Helmand, onde desde quinta-feira acontece a
ofensiva. Segundo ela, v&amp;aacute;rios soldados ficaram feridos.</description>
			<category>Notícias - Extras</category>
			<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 11:30:26 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>O acordo secreto do Brasil com o Irã </title>
			<link>http://aestrategia.com/content/view/174/34/</link>
			<description>

No dia 2 de abril, em Londres, enquanto o
presidente Luiz In&amp;aacute;cio Lula da Silva apertava a m&amp;atilde;o
de Barack Obama, prometia US$ 10 bilh&amp;otilde;es ao FMI e ouvia que
ele &quot;&amp;eacute; o cara&quot;, sob os holofotes da m&amp;iacute;dia
internacional, a diplomacia brasileira negociava em Bras&amp;iacute;lia
uma forma de ajudar o governo de Mahmoud Ahmadinejad a burlar as
san&amp;ccedil;&amp;otilde;es americanas contra o regime iraniano. As
linhas mestras de um acordo entre Brasil e Ir&amp;atilde;, que seria
assinado durante a visita de Ahmadinejad em maio que acabou adiada,
foram delineadas uma semana antes num encontro a portas fechadas no
Itamaraty, no dia 25 de mar&amp;ccedil;o. ISTO&amp;Eacute; obteve a ata da
reuni&amp;atilde;o em que o chanceler Celso Amorim e seu colega
iraniano Manoucherch Mottaki, acompanhados de assessores,
protagonizaram uma cena capaz de abalar as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es
entre o Brasil e os Estados Unidos. &amp;Agrave; revelia das
san&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos EUA e das advert&amp;ecirc;ncias do Conselho
de Seguran&amp;ccedil;a da ONU, contr&amp;aacute;rio &amp;agrave;s
transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es com institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras
iranianas, Amorim e Mottaki firmaram os termos de uma ampla
coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os sistemas banc&amp;aacute;rios
brasileiro e iraniano. O que deixou o ex-chanceler Luiz Felipe
Lampreia de cabelos em p&amp;eacute;: &quot;N&amp;atilde;o se pode ignorar uma
recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho de Seguran&amp;ccedil;a da ONU.
Essa negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o Ir&amp;atilde; &amp;eacute; como uma
pescaria em &amp;aacute;guas turvas.&quot;



O Itamaraty, no entanto, n&amp;atilde;o
est&amp;aacute; nem a&amp;iacute;. E em sua &amp;ecirc;nfase atual nas boas
rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es com o mundo &amp;aacute;rabe abriu
negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es com o Export Development Bank of Iran
(EDBI), que entrou para a &quot;black list&quot; (lista negra) do
Departamento do Tesouro americano no final de 2008, ao lado de suas
subsidi&amp;aacute;rias, a corretora EDBI Stock Brokerage Company, a
empresa de c&amp;acirc;mbio EDBI Exchange Company, sediadas em
Teer&amp;atilde;, e o Banco Internacional de Desarollo, com sede em
Caracas, na Venezuela. Al&amp;eacute;m de congelar os ativos dessas
empresas em territ&amp;oacute;rio dos EUA, as san&amp;ccedil;&amp;otilde;es
pro&amp;iacute;bem cidad&amp;atilde;os americanos de negociar com elas.
N&amp;atilde;o se aplicam, portanto, aos brasileiros. Mas, na
opini&amp;atilde;o de diplomatas e especialistas ouvidos por
ISTO&amp;Eacute;, ao furar a barreira o Brasil p&amp;otilde;e em xeque a
pol&amp;iacute;tica externa dos Estados Unidos.



Amorim tem defendido abertamente a
equidist&amp;acirc;ncia e o pragmatismo nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es
internacionais. Mas o fato de o Itamaraty ter mantido
sil&amp;ecirc;ncio sobre as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es com o Ir&amp;atilde;
n&amp;atilde;o corresponde ao hist&amp;oacute;rico da diplomacia
brasileira, que normalmente trombeteia qualquer acordo ou
neg&amp;oacute;cio com outros pa&amp;iacute;ses.



&quot;Esse gesto vai levantar agora muitas
suspeitas. Por que o Brasil est&amp;aacute; fazendo isso?&quot;, questiona o
analista iraniano Meir Javedanfar, autor de um livro sobre o
governo Ahmadinejad e especialista no programa nuclear de seu
pa&amp;iacute;s. Javedanfar prev&amp;ecirc; mais tens&amp;otilde;es na
rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo Lula com Israel, que protestou
contra a visita de Ahmadinejad, e tamb&amp;eacute;m atritos com o
Departamento de Estado americano. Para o exchanceler Lampreia, a
diplomacia brasileira se arrisca desnecessariamente. &quot;Agora, que se
tornou p&amp;uacute;blico, o acordo certamente vai incomodar&quot;, diz ele.
E vai mesmo, especialmente quando autoridades econ&amp;ocirc;micas e
diplom&amp;aacute;ticas americanas conhecerem o conte&amp;uacute;do das
medidas negociadas entre o Itamaraty e o EBDI. O acordo prev&amp;ecirc;
mecanismos financeiros para facilitar a exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e
a importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens e servi&amp;ccedil;os, incluindo
opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de reexporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para
terceiros pa&amp;iacute;ses (o que permite ao Ir&amp;atilde; escapar do
embargo por uma triangula&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial), a
cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de joint ventures, a abertura de bancos
iranianos no Brasil e a assinatura de um acordo entre os bancos
centrais para troca de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o sistema
financeiro.



No documento bilateral, as autoridades
tamb&amp;eacute;m falam da &quot;necessidade de buscar meios para superar os
prin cipais obst&amp;aacute;culos&quot; que impedem os neg&amp;oacute;cios entre
os dois pa&amp;iacute;ses. Na pr&amp;aacute;tica, significa ajudar
Teer&amp;atilde; a obter cr&amp;eacute;dito e garantias banc&amp;aacute;rias
para investimento, que escassearam nos ban cos europeus e
americanos com a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o das san&amp;ccedil;&amp;otilde;es.
Aos olhos dos servi&amp;ccedil;os de intelig&amp;ecirc;ncia, por exemplo,
as iniciativas de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o passam de
artimanhas para ajudar o Ir&amp;atilde; a contornar as
san&amp;ccedil;&amp;otilde;es e avan&amp;ccedil;ar no seu programa nuclear.



Se essa avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o beira a
paranoia, sendo sucessivamente refutada por Teer&amp;atilde;, o fato
&amp;eacute; que negociar com um banco de desenvolvimento que
est&amp;aacute; na &quot;lista negra&quot; americana n&amp;atilde;o &amp;eacute; a melhor
forma de pavimentar o caminho para as especiarias do Oriente.
&quot;Trata-se de um gesto equivocado do presidente Lula. H&amp;aacute;
v&amp;aacute;rias formas de se estabelecer parcerias que intensifiquem
o com&amp;eacute;rcio bilateral&quot;, diz Javedanfar. Um exemplo &amp;eacute; o
que tem feito a China, que vendeu ao Ir&amp;atilde; US$ 10
bilh&amp;otilde;es, entre 2007 e 2008. Foi seguida de perto pela
Alemanha (US$ 7 bilh&amp;otilde;es) e os Emirados &amp;Aacute;rabes Unidos
(US$ 6,6 bilh&amp;otilde;es). No mesmo per&amp;iacute;odo, o Brasil
conseguiu US$ 2,2 bilh&amp;otilde;es. O volume de com&amp;eacute;rcio
desses pa&amp;iacute;ses prova que h&amp;aacute; maneiras menos explosivas
de se estimular as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es.



&quot;O problema n&amp;atilde;o &amp;eacute;
econ&amp;ocirc;mico, mas pol&amp;iacute;tico&quot;, alerta o brasileiro Salvador
GhelfiRaza, professor do Centro de Estudos Hemisf&amp;eacute;ricos de
Defesa, um bra&amp;ccedil;o acad&amp;ecirc;mico do Pent&amp;aacute;gono.



&quot;Ter o direito de fazer um acordo
n&amp;atilde;o quer dizer que seja leg&amp;iacute;timo faz&amp;ecirc;-lo.
Est&amp;aacute; claro que o governo Lula fez uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o
ideol&amp;oacute;gica&quot;, afirma Raza. Ele ressalta que o Export
Development Bank of Iran tem financiado diversos projetos em Cuba,
El Salvador,



Equador, Bol&amp;iacute;via e at&amp;eacute;
montou uma sociedade com a Venezuela: o chamado Banco Internacional
de Desarollo, com sede em Caracas. Recentemente, os presidentes
Mahmoud Ahmadinejad e Hugo Ch&amp;aacute;vez anunciaram investimento de
US$ 200 milh&amp;otilde;es para projetos econ&amp;ocirc;micos, industriais
e de extra&amp;ccedil;&amp;atilde;o mineral conjuntos. Mas a meta do
capital conjunto &amp;eacute; de US$ 1,2 bilh&amp;atilde;o.



&quot;Negociar com Ahmadinejad &amp;eacute; o mesmo
que negociar com Adolf Hitler.



Ele prega o fim do Estado de Israel e o
exterm&amp;iacute;nio dos judeus&quot;, diz o analista israelense Raphael
Israeli, professor da Universidade Hebraica de Jerusal&amp;eacute;m.
Para ele, a via de com&amp;eacute;rcio aberta pelo governo Lula tem um
custo alto, &quot;o de vidas humanas&quot;. Israeli se refere &amp;agrave;s
a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de repress&amp;atilde;o contra os manifestantes que
foram &amp;agrave;s ruas de Teer&amp;atilde; para questionar o resultado da
elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o que reconduziu Ahmadinejad ao poder, e que
terminaram na morte de duas dezenas de pessoas. Mais ponderado,
Raza diz que o Brasil trai a sua hist&amp;oacute;ria ao apoiar um
regime opressor que &amp;eacute; contra a democracia. &quot;N&amp;atilde;o acho
o Ir&amp;atilde; um bicho-pap&amp;atilde;o, mas acho que a estrutura Ele
prega o fim do Estado de Israel e o exterm&amp;iacute;nio dos judeus&quot;,
diz o analista israelense Raphael Israeli, professor da
Universidade Hebraica de Jerusal&amp;eacute;m. Para ele, a via de
com&amp;eacute;rcio aberta pelo governo Lula tem um custo alto, &quot;o de
vidas humanas&quot;. Israeli se refere &amp;agrave;s a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de
repress&amp;atilde;o contra os manifestantes que foram &amp;agrave;s ruas
de Teer&amp;atilde; para questionar o resultado da
elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o que reconduziu Ahmadinejad ao poder, e que
terminaram na morte de duas dezenas de pessoas. Mais ponderado,
Raza diz que o Brasil trai a sua hist&amp;oacute;ria ao apoiar um
regime opressor que &amp;eacute; contra a democracia. &quot;N&amp;atilde;o acho
o Ir&amp;atilde; um bicho-pap&amp;atilde;o, mas acho que a estrutura



O chefe da Divis&amp;atilde;o de Programas de
Promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do
Itamaraty, Rodrigo de Azevedo, que assinou o acordo com o EBDI,
rebate as cr&amp;iacute;ticas e diz que o Brasil n&amp;atilde;o vai abrir
m&amp;atilde;o do direito soberano de negociar com quem quer que seja.
O governo, segundo ele, n&amp;atilde;o est&amp;aacute; preocupado se o
acordo com o Ir&amp;atilde; vai afetar as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es com os
Estados Unidos. &quot;Nosso ponto de vista &amp;eacute; comercial,
n&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tico. Al&amp;eacute;m disso, h&amp;aacute; uma
demanda dos empres&amp;aacute;rios brasileiros para negociar com o
Ir&amp;atilde;&quot;, garante Azevedo. A &amp;uacute;nica concess&amp;atilde;o que o
Brasil admite fazer, segundo ele, &amp;eacute; manter-se afinado com as
resolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Conselho de Seguran&amp;ccedil;a das
Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;
energia nuclear. O resto &amp;eacute; com&amp;eacute;rcio.



Isto&amp;eacute; - por

Claudio Dantas Sequeira</description>
			<category>Notícias - Extras</category>
			<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 20:08:53 +0100</pubDate>
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