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Ayres Brito: A existência do Estado Brasileiro vale menos que 19.000 membros da "raça superior" indígena... Começa a ruir a integridade nacional, conquistada por mais de 500 anos. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto votou pela improcedência da ação contra a demarcação da Raposa Serra do Sol- a favor dos índios e contra os arrozeiros. Ele é o relator da ação que pedia a demarcação descontínua da reserva, ou seja, em ilhas. Ele disse que os não-índios devem deixar a região. Em sua opinião, o perigo de se criar um precedente internacional que leve à criação de um separatismo são "problemas menores", afinal, sentado em sua poltrona no seu castelo de marfim, este cidadão - alheio à realidade e ao jogo de interesses internacionais - não tem qualquer sentimento de preservação da pátria. E mais, há que se dizer: tal julgamento cria o RACISMO DE ESTADO no Brasil. A partir do entendimento do "genial ministro", existe a RAÇA ÍNDIA e todo o resto de nós, sub-humanos. Ora, durante séculos, um dos objetivos nacionais permanentes foi exatamente a idéia de combater-se a predominância das raças e das disputas entre estas, especialmente, por meio da mistura de culturas e origens, bem como do convívio pacífico de valores e de gentes. Mas, graças à penetração de elementos (e dinheiro) internacionais em diversos segmentos da sociedade (vamos dar nomes aos bois: Funai, ONG's, MST, IBAMA), o Supremo Tribunal, como que inebriado pela falácia do jogo de interesses camuflado de idealismo índio, sucumbe finalmente. Começa agora, o ínicio do Fim. Começa agora, o início da destruição de nossa pátria, arquitetado há décadas pelos vendilhões. Claro, são MERAS COINCIDÊNCIAS ! A destruição de nossa indústria bélica, o desaparelhamento de nossas armas (agora renovado com o golpe Lulista do "Eu libero, mas o TCU e a fazenda bloqueiam..."), a proliferação de ONG's a doutrinar as mentes das massas e a aparelhar o Estado, a proibição dos militares de alçar a política, a lei da mordaça, o "ressarcimento a guerrilheiros", o cancelamento da anistia e, agora, a destruição da integridade territorial brasileira... Todas elas meras coincidências... E mais, se algum pobre desgraçado sair em praça pública se dizendo nacionalista, será enxovalhado, perseguido (política e judicialmente), chamado de fascista e coisas do gênero. Será tarde demais? Deus me dê a alegria de morrer logo, pois não há maior inferno que o de ver a pátria pela qual respiro ser despedaçada pelos malditos traidores ante a estupidez silenciosa das massas deste País.
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