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	<title>A estrategia</title>
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	<description>Inteligencia em movimento</description>
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		<title>Dassault Rafale vence MMRCA e derrota Eurofighter Typhoon</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 14:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asia Militar]]></category>
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		<description><![CDATA[NOVA DELI:  A empresa francesa Dassault Rafale venceu o  maior contrato da Índia para o fornecimento de 126 aviões de combate para a Força Aérea, batendo o europeu EADS em um negócio de bilhões de dólares. A empresa francesa foi declarada com o menor preço e proposta. "A empresa francesa Dassault Rafale emergiu com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aestrategia.com/wp-content/uploads/2012/01/Dassault-Rafale-Vertical-Climb-jpg.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-138" title="Dassault-Rafale-Vertical-Climb-jpg" src="http://aestrategia.com/wp-content/uploads/2012/01/Dassault-Rafale-Vertical-Climb-jpg.jpg" alt="" width="300" height="248" /></a></p>
<p>NOVA DELI:  A empresa francesa Dassault Rafale venceu o  maior contrato da Índia para o fornecimento de 126 aviões de combate para a Força Aérea, batendo o europeu EADS em um negócio de bilhões de dólares.</p>
<p>A empresa francesa foi declarada com o menor preço e proposta.<br />
"A empresa francesa Dassault Rafale emergiu com o L-1 (menor lance) e mais barato do que seu rival europeu EADS (fabricante do Eurofighter) no concurso público, e forncerá a aeronave para o IAF," disse a fonte.</p>
<p>Eles disseram que os representantes da Dassault foram informados sobre a decisão pela manhã e mais negociações sobre o preço serão realizadas com eles nos próximos 10-15 dias.</p>
<p>O contrato será assinado somente no ano fiscal seguinte. De acordo com o Request for Proposal (RFP), o vencedor do contrato terá que fornecer 18 dos 126 aviões da IAF em 36 meses a partir de suas instalações e os restantes seriam produzidos nas instalações HAL em Bangalore.</p>
<p>Seis empresas, incluindo a American F-16 e F-18, MiG russo de 35 anos, sueco Saab Gripen e Rafale alongwith Eurofighter Dassault estavam na corrida no início.</p>
<p>Mas, em abril do ano passado, o Ministério da Defesa nomeou a Dassault e EADS finalistas, expulsando as propostas norte-americana, russo e sueca.</p>
<p>O processo foi iniciado com a emissão de um concurso mundial em 2007, depois que todos os seis candidatos foram submetidos a extensa avaliação de campo pela Força Aérea da Índia em vários locais em todo o globo.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Faestrategia.com%2F2012%2F01%2Fdassault-rafale-vence-mmrca-e-derrota-eurofighter-typhoon%2F&amp;title=Dassault%20Rafale%20vence%20MMRCA%20e%20derrota%20Eurofighter%20Typhoon" id="wpa2a_2"><img src="http://aestrategia.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>EUA jogam corpos de seus proprios soldados mortos no LIXO (LEIA).</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 13:20:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<description><![CDATA[Escândalo: A Força Aérea dos EUA confessou ter jogado as cinzas dos restos mortais de pelo menos 274 soldados americanos em um lixão no Estado de Virgínia. O número é muito maior do que as Forças Armadas haviam reconhecido há três anos, quando interromperam a aplicação do método, usado até então em sigilo. Famílias haviam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aestrategia.com/wp-content/uploads/2011/12/images.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-133" title="images" src="http://aestrategia.com/wp-content/uploads/2011/12/images.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a>Escândalo: A Força Aérea dos EUA confessou ter jogado as cinzas dos restos mortais de pelo menos 274 soldados americanos em um lixão no Estado de Virgínia. O número é muito maior do que as Forças Armadas haviam reconhecido há três anos, quando interromperam a aplicação do método, usado até então em sigilo.</p>
<div>
<div>
<div>Famílias haviam autorizado o governo a dar um "fim digno e respeitoso" a seus parentes.</div>
</div>
</div>
<p>O local do lixão não foi revelado às famílias, que haviam autorizado o governo a dar um "fim digno e respeitoso" a seus parentes. A Força Aérea sempre declarou que não tinha condições de avaliar o número exato de soldados cujos restos mortais foram enviados para o lixão. A prática foi revelada no mês passado pelo Washington Post, que documentou o caso de um soldado cujos restos foram enviados para o lixão do Condado de King George.</p>
<p>Representantes da Força Aérea e do Pentágono disseram no mês passado que estabelecer quantos restos mortais foram enviados para o depósito de lixo seria uma tarefa que exigiria uma busca exaustiva nos registros de mais de 6.300 soldados que passaram pelo necrotério desde 2001.</p>
<p>Pressionada, a Força Aérea apresentou números esta semana. Entre 2004 e 2008, teriam sido cremados e levados ao depósito 976 fragmentos de 274 militares. Outro grupo de 1.762 restos mortais não identificados foi recolhido no campo de batalha e teve o mesmo destino. Os fragmentos não puderam ser submetidos a testes de DNA por estarem excessivamente queimados ou danificados em explosões. O total de fragmentos cremados colocados no depósito de lixo ultrapassa 2.700.</p>
<p>Representantes da Força Aérea declararam que o primeiro registro de utilização do lixão para essa finalidade data de 23 de fevereiro de 2004. O banco de dados do necrotério começou a operar no final de 2003. Segundo a Força Aérea, os diretores do necrotério decidiram acabar com a prática em maio de 2008. Agora, as Forças Armadas cremam partes dos corpos não reclamadas e não identificadas e jogam as cinzas no mar.</p>
<p>Gari-Lynn Smith, a viúva de um sargento do Exército morto no Iraque, afirmou que recebeu em julho um e-mail de Trevor Dean, diretor do necrotério, dizendo que os restos cremados eram levados para depósitos de lixo pelo menos desde que ele começou a trabalhar em Dover, em 1996. Dean é um dos funcionários que será punido por ter contribuído para divulgar os desmandos administrativos.</p>
<p>O marido de Gari-Lynn, Scott R. Smith, membro de uma unidade especializada em desativar bombas, morreu em 17 de julho de 2006. Em 2007, ela começou a perguntar o que tinha acontecido com os restos mortais do marido. Em abril ela recebeu uma carta do necrotério contando sobre o destino. "É um problema moral", disse Jeff Jenkins, gerente do depósito de King George. "Eu não gostaria que pessoas que morreram lá fora combatendo pelo nosso país fossem enterradas - nenhuma parte delas - no depósito de lixo."</p>
<p>A pergunta que fica é: qual moral terá as forças armadas americanas para continuar recrutando soldados, geralmente com argumento de "lutar pela pátria", se essa "pátria" te joga no lixo, mesmo após sacrificar seu bem mais valioso em nome dela, sua vida?</p>
<p>Na verdade, a prática apenas escancara aquilo que é o capitalismo americano. Somos todos descartáveis em nome do lucro. Túmulos? Para que? Custa dinheiro. Jogue-os no lixo...</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:  THE WASHINGTON POST</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Faestrategia.com%2F2011%2F12%2Feua-jogam-corpos-de-seus-proprios-soldados-mortos-no-lixo-leia%2F&amp;title=EUA%20jogam%20corpos%20de%20seus%20proprios%20soldados%20mortos%20no%20LIXO%20%28LEIA%29." id="wpa2a_4"><img src="http://aestrategia.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Embraer pode fechar contrato com a Defesa dos EUA</title>
		<link>http://aestrategia.com/2011/11/embraer-pode-fechar-contrato-com-a-defesa-dos-eua/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 09:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Militar]]></category>

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		<description><![CDATA[O Super Tucano, avião de ataque leve e apoio próximo à tropa terrestre, da Embraer, está bem próximo de levar o contrato da Força Aérea americana, a USAF, para o fornecimento inicial de 15 a 20 aeronaves. A encomenda vale cerca de US$ 250 milhões. O benefício maior, entretanto, é a certificação dos Estados Unidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aestrategia.com/wp-content/uploads/2011/11/a-29-_supertucano.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-130" style="margin: 5px;" title="a-29-_supertucano" src="http://aestrategia.com/wp-content/uploads/2011/11/a-29-_supertucano-300x200.jpg" alt="" width="269" height="179" /></a>O Super Tucano, avião de ataque leve e apoio próximo à tropa terrestre, da Embraer, está bem próximo de levar o contrato da Força Aérea americana, a USAF, para o fornecimento inicial de 15 a 20 aeronaves. A encomenda vale cerca de US$ 250 milhões. O benefício maior, entretanto, é a certificação dos Estados Unidos para um produto brasileiro de considerável valor agregado e de emprego militar.</p>
<p>O mercado internacional para essa classe de equipamento é avaliado em US$ 3,5 bilhões, envolvendo 300 aeronaves a serem adquiridas até 2020.<br />
A posição da Embraer Defesa e Segurança (ODS) na disputa pelo programa Light Attack Air Suport, LAS, melhorou muito com a exclusão do outro único finalista, o AT-6 da Hawker Beechcraft, afastado da competição na semana passada. A empresa, de Wichita, no Estado do Kansas, reagiu à decisão com perplexidade.</p>
<p>Em nota oficial, disse que recebeu a informação por carta, "embora tenha trabalhado dois anos com a USAF (no programa)". No mesmo comunicado, a Hawker - Beechcraft se diz "preocupada e confusa" com o fato da correspondência da USAF "não oferecer qualquer justificativa para a resolução". A Embraer Defesa não comentou o episódio.</p>
<p><strong>Problemas</strong></p>
<p>O fabricante americano acumula dificuldades. Exigência do LAS, o avião apresentado não pode estar em fase de desenvolvimento. Na nota, a Hawker destaca que fez investimentos da ordem de US$ 100 milhões "preparando o atendimento aos requisitos da Força". A aplicação caracteriza aplicação no projeto de engenharia do AT-6. O avião nunca entrou em combate e só recentemente pode realizar os testes iniciais com bombas inteligentes, guiadas a laser, no Arizona, de 28 de setembro e 5 de outubro.</p>
<p>A companhia divulgou que está pedindo explicações à USAF e que vencer a escolha permitiria gerar 1.400 empregos em 20 Estados.<br />
Já o Super Tucano está em produção desde 1999, ano do primeiro voo, e em operação a contar de 2004 – sete nações adotaram o turboélice. Os pedidos em carteira somam 180 unidades. As entregas batem em 152 aviões.</p>
<p>Em outubro o modelo foi certificado pela FAA, a agência americana que regula o setor aeronáutico nos EUA. O Emb-314 foi provado em ação. Acumula 18 mil horas de combate sem perdas. A Embraer tem, a seu favor, outro fator estratégico: mantém uma parceria com a corporação Sierra Nevada para fabricar o Super Tucano em Jacksonville, na Flórida, em complexo industrial próprio, gerando empregos locais. A decisão do Departamento de Defesa, o Pentágono, deve sair no começo de 2012.</p>
<p>O interesse da aviação americana é por um avião capaz de oferecer apoio à tropa em terra. Os caças pesados são caros. O gasto com a operação, alto. A hora de voo do supersônico F-16E não sai por menos de US$ 6,5 mil, contra apenas US$ 500 do Super Tucano. Mais que isso, leva carga eletrônica embarcada equivalente e cumpre a missão de contrainsurgência, ataque leve, interceptação de alvos de baixo desempenho e a instrução avançada, com reduzido custo de operação e alto rendimento.</p>
<p>O batismo de fogo foi em 18 de janeiro de 2007. Dois esquadrões da Força Aérea da Colômbia despejaram 4,5 toneladas de explosivos sobre as instalações de um comando das Forças Armadas Revolucionárias, as Farc.</p>
<p>Em março de 2008, um número não revelado de aviões bombardeou um acampamento das Farc localizado pela inteligência colombiana em território do vizinho Equador. O alvo foi iluminado por dois times de operações especiais, em terra. Foram usadas bombas inteligentes do tipo Paveway, fornecidas por Israel.</p>
<p>No começo do mês, oito Super Tucanos participaram da Operação Odisseia, que lançou um novo tipo de bomba de precisão na base do comandante da guerrilha, Afonso Cano.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Faestrategia.com%2F2011%2F11%2Fembraer-pode-fechar-contrato-com-a-defesa-dos-eua%2F&amp;title=Embraer%20pode%20fechar%20contrato%20com%20a%20Defesa%20dos%20EUA" id="wpa2a_6"><img src="http://aestrategia.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Motor exocet MM40 Nacional (block II?). O Brasil andando para trás, como sempre</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 19:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Por meio da Gerência Especial para Mísseis da Marinha, foi realizado  em  20 de setembro, a queima em bancada do motor nacional para a recertificação dos Mísseis Exocet MM40. O motor foi desenvolvido pela empresa AVIBRAS com transferência de tecnologia para o projeto, fornecida pelo próprio fabricante do míssil – a empresa francesa MBDA. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aestrategia.com/wp-content/uploads/2011/11/motor.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-124" title="motor de exocet mm40 no brasil bancada avibras" src="http://aestrategia.com/wp-content/uploads/2011/11/motor-300x183.jpg" alt="" width="300" height="183" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por meio da Gerência Especial para Mísseis da Marinha, foi realizado  em  20 de setembro, a queima em bancada do motor nacional para a recertificação dos Mísseis Exocet MM40. O motor foi desenvolvido pela empresa AVIBRAS com transferência de tecnologia para o projeto, fornecida pelo próprio fabricante do míssil – a empresa francesa MBDA.</p>
<p>Tudo isso serioa motivo de comemoração dos ufanistas de plantão, não fosse um pequeno detalhe: trata-se da versão "block II", uma versão ultrapassada e sem uso real em teatro de guerra. E por qual razção podemos afirmar isso? Basta começar pelo alcance: o block II tem alcance de apenas 75km, enquanto o block III (modelo atual sendo comercializado) tem alcance de mais de 150km, o dobro. Ou seja, bastaria uma "lancha" armada com um exocet block III para mandar um navio de guerra brasileiro de grande porte para o fundo do oceano, antes que ele pudesse fazer qualquer coisa.</p>
<p>E não me venham falar que estamos bem em comparação com nossos vizinhos, pois até mesmo o Peru possui exocet mm40 block III em suas <a title="Fragata Classe Lupo no Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lupo_class_frigate" target="_blank">fragatas Classe Lupo</a>.</p>
<p>Aliás, é preciso colocar o dedo na ferida. A única utilização "razoável" desses ultrapassados meios seria para uma estratégia de defesa costeira (imaginando-se que uma invasão por mar em massa seria uma das formas de se conquistar territórios brasileiros), visando impedir desembarques em massa do inimigo. Porém, partindo do pressuposto que isso somente ocorreria após a destruição de todos nossos radares, algo não muito difícil tendo-se em vista nossa RI-DÍ-CU-LA capacidade de defesa terra -ar (nem considero a aeronautica, com seus museus voadores e baixo número de vetores) , tal estratégia seria inócua.</p>
<p>Ou o Brasil parte logo para o desenvolvimento de meios REAIS de disuasão ou, quando a coisa acalmar no oriente médio e voltarmos a ser a "bola da vez", será tarde demais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Faestrategia.com%2F2011%2F11%2Fmotor-exocet-mm40-nacional-block-ii-o-brasil-andando-para-tras-como-sempre%2F&amp;title=Motor%20exocet%20MM40%20Nacional%20%28block%20II%3F%29.%20O%20Brasil%20andando%20para%20tr%C3%A1s%2C%20como%20sempre" id="wpa2a_8"><img src="http://aestrategia.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>PMERJ tera nova tropa de elite</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 13:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova tropa contará com melhores equipamentos que o BOPE, segundo a emissora paulista. Dependendo da missão, a nova tropa poderá contar fazer uso de armas modernas ou até mesmo fazer uso de um colete à prova de balas de alta tecnologia. Ainda sobre o armamento, os novos operadores farão uso de caneleiras, cotoveleiras, joelheiras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;" align="justify">
<div align="justify"> <a href="http://4.bp.blogspot.com/-WTkh82lcCwc/TpxKe8DO4PI/AAAAAAAABFs/1Frv8QzfRug/s1600/BOPE-no-Cristo-Redentor.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img style="float: none;" src="http://4.bp.blogspot.com/-WTkh82lcCwc/TpxKe8DO4PI/AAAAAAAABFs/1Frv8QzfRug/s1600/BOPE-no-Cristo-Redentor.jpg" border="0" height="268" width="421" /></a>A nova tropa contará com melhores equipamentos que o BOPE, segundo a  emissora paulista. Dependendo da missão, a nova tropa poderá contar  fazer uso de armas modernas ou até mesmo fazer uso de um colete à prova  de balas de alta tecnologia. Ainda sobre o armamento, os novos  operadores farão uso de caneleiras, cotoveleiras, joelheiras,  capacetes... A farda da tropa será em tom azulado.</div>
<p>
<div align="justify"> O uniforme da PMERJ, segundo a BandNews também sofrerá modificações.  Maiores detalhes sobre a data que a nova tropa estará operacional não  foi revelada, bem como o nome da mesma.</div>
<p>
<div align="justify"> Em tempo, espero que essa nova tropa realmente cumpra com o papel de uma tropa de propósito especial, que tenha um adestramento e armas de  primeiro mundo. Espero que gozem de uma ótima tecnologia para baixar a  letalidade da PMERJ, afim de prender os marginais e fazê-los responder  por seus crimes. Lembro que a missão de uma tropa de elite policial não é matar, mas sim chegar aonde uma tropa “comum” não chega ou é incapaz de conduzir uma operação de alto risco e não matar.</div>
</div>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=729edec9-838b-85eb-bec6-6efd1c4f27d5" /></div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Faestrategia.com%2F2011%2F10%2Fpmerj-tera-nova-tropa-de-elite%2F&amp;title=PMERJ%20tera%20nova%20tropa%20de%20elite" id="wpa2a_10"><img src="http://aestrategia.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Brasil desenvolvera satelite com parceria da Africa do Sul e India</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 12:55:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto do primeiro satélite conjunto de Brasil, Índia e África do Sul deve ser reabilitado na próxima semana, durante o encontro do Ibas (cúpula que reúne os três países), em Pretória. Proposto há dois anos pelo Brasil, o projeto compreende dois microssatélites, um para o estudo do clima espacial, outro para observação da Terra. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://f.i.uol.com.br/folha/ciencia/images/11288178.gif"><img class="aligncenter" src="http://f.i.uol.com.br/folha/ciencia/images/11288178.gif" alt="http://f.i.uol.com.br/folha/ciencia/images/11288178.gif" height="353" width="568" /></a><span style="color: #003300;">O projeto  do primeiro satélite conjunto de Brasil, Índia e África do Sul deve ser  reabilitado na próxima semana, durante o encontro do Ibas (cúpula que  reúne os três países), em Pretória.</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Proposto  há dois anos pelo Brasil, o projeto compreende dois microssatélites, um  para o estudo do clima espacial, outro para observação da Terra.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">O de clima espacial, dedicado ao estudo de fenômenos como tempestades solares,  deverá ser o primeiro da parceria. No Brasil, a coordenação do projeto  será do Inpe.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">De acordo  com os negociadores brasileiros, o custo total deve ficar em torno de  US$ 10 milhões, além de cerca de US$ 7 milhões gastos para o lançamento  do satélite. O custo é considerado relativamente baixo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">A África  do Sul desenvolveria o chamado controle de atitude do satélite, o  conjunto de instrumentos de posicionamento da máquina. O Brasil seria  responsável pelos sensores de coleta de dados e caberia à Índia o  lançamento da sonda.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Especialistas da área espacial ouvidos pela <strong>Folha</strong> afirmam, porém, que o gigante asiático está reticente em relação à parceria trilateral.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">A Índia,  afinal, é uma potência espacial emergente, que recentemente lançou uma  sonda na superfície da Lua e não tem interesse em um projeto  tecnologicamente mais elementar. O maior interesse indiano seria o de  vender a tecnologia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">No  encontro da próxima semana, que terá a presença da presidente  brasileira, Dilma Rousseff, do presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, brasileiros e  sul-africanos irão pressionar politicamente os colegas asiáticos para  embarcar no projeto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">O satélite era visto com entusiasmo no governo Lula, por dar “materialidade” ao  grupo de países do hemisfério Sul. “Tem um aspecto positivo de  cooperação tecnológica sul-sul”, diz o diretor do Inpe, Gilberto Câmara.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">A Índia,  entretanto, é essencial para o projeto, porque o custo de lançamento de  um microssatélite por quilo é mais elevado do que o de um satélite de 5  toneladas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Além disso, como a ideia é cobrir tanto o Brasil quanto a África do Sul, a nave teria de ser lançada numa órbita oblíqua.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Ou seja,  nem circulando os polos, como a maioria dos satélites de sensoriamento  remoto, nem equatorial, como os satélites geoestacionários.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Para isso, seria necessário embarcar o microssatélite de “carona” com algum outro  satélite num foguete indiano. “A Índia explora esse tipo de órbita”, diz Câmara.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">A África  do Sul e o Brasil têm interesse em cooperação tecnológica, já que já são parceiros diplomáticos nos fóruns internacionais sobre uso pacífico do  espaço. A África do Sul também abriga a primeira estação de recepção de  imagens do satélite sino-brasileiro CBERS, que distribui imagens para a  África.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">O país  africano tem, ainda, capacidade tecnológica “ociosa” nessa área,  resquícios de um programa de cooperação nuclear com Israel durante o  regime do apartheid (1948-1994).</span></p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=ac01cad5-9cc7-8c92-934a-c279f3f399a9" /></div>
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		<title>As consequencias para o mundo do declinio dos Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 12:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aestrategia.com/2011/09/as-consequencias-para-o-mundo-do-declinio-dos-estados-unidos/</guid>
		<description><![CDATA[Hoje, a opinião de que os Estados Unidos estão em declínio, em sério declínio, é uma banalidade. Todos o dizem, excepto uns poucos políticos norte-americanos que temem ser recriminados pelas más notícias da decadência se forem discuti-la. O fato é que hoje quase todos acreditam na realidade do declínio. Mas o que se discute muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.materiaincognita.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Declinio-do-Imperio-EUA.jpg" alt="" height="388" width="563" /></p>
<p><em><strong><br /></strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Hoje, a  opinião de que os Estados Unidos estão em declínio, em sério  declínio, é uma banalidade. Todos o dizem, excepto uns poucos políticos   norte-americanos que temem ser recriminados pelas más notícias da   decadência se forem discuti-la. O fato é que hoje quase todos acreditam  na realidade do declínio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Mas o que  se discute muito menos é  quais têm sido e serão as consequências  mundiais deste declínio. Este  tem, evidentemente, raízes econômicas.  Mas a perda de um quase-monopólio  do poder geopolítico, que os Estados  Unidos já exerceram, tem as mais  importantes consequências políticas em todo o lado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;"><img class="alignleft" src="http://www.iwallerstein.com/wp-content/uploads/photos/author.jpg" alt="" height="300" width="215" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;"><em><strong>Immanuel Maurice Wallerstein</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Comecemos  com  uma pequena história contada na secção de negócios do The New York  Times de 7 de agosto. Um gerente financeiro de Atlanta “carregou no   botão pânico” devido a dois clientes que lhe ordenaram que vendesse   todas as suas ações e investisse o dinheiro num isolado fundo mútuo. O   gerente disse que, em 22 anos como agente de negócios, nunca tinha   recebido uma ordem como esta. “Isto não tinha precedentes”. O jornal   observou que a ordem era o equivalente à “opção nuclear”. Ia contra o   santificado conselho tradicional de uma “abordagem ponderada” às   reviravoltas do mercado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">A Standard &amp; Poor’s reduziu o rating  dos Estados Unidos de AAA para AA+, o  que também é “sem precedentes”.  Mas tratou-se de uma ação bastante  suave. A agência equivalente na  China, a Dagong, já tinha reduzido a  notação financeira, em novembro  passado, para A+, e agora reduziu-a  para A-. O economista peruano Oscar  Ugarteche declarou que os Estados  Unidos são uma “República das  bananas”. Disse que os EUA “optaram pela  política da avestruz, esperando  com isso não afugentar as esperanças  [de melhoria].” Reunidos em Lima,  os ministros das Finanças da América  do Sul tiveram um debate urgente  sobre como se protegerem melhor dos  efeitos do declínio econômico dos  EUA.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">O problema de todos é que é muito difícil isolar-se destes  efeitos. Apesar da  severidade do seu declínio econômico e político, os  Estados Unidos  permanecem um gigante na cena mundial, e qualquer coisa  que lá aconteça ainda provoca grandes ondas em todo o lado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">É  certo  que o maior impacto do declínio dos EUA é e continuará a ser  sofrido  nos próprios Estados Unidos. Políticos e jornalistas estão a  falar  abertamente da “desfuncionalidade” da situação política dos EUA.  Mas o  que mais poderia ser, além de desfuncional? O fato mais elementar é  que os cidadãos dos EUA estão atordoados pela simples existência do   declínio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Não se  trata apenas de os cidadãos dos EUA estarem  sofrendo materialmente com o declínio, e terem um temor profundo de  virem a sofrer ainda mais com o tempo. A questão é que acreditavam  profundamente que os Estados Unidos são a “nação escolhida”, designada  por Deus ou pela história para ser a nação modelo do mundo. Ainda estão a  receber a garantia do presidente  Obama de que os Estados Unidos são um  país AAA.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">O problema para Obama e para todos os políticos é que  muito pouca gente ainda  acredita nisso. O choque para o orgulho nacional  e a auto-imagem é  formidável, e também é muito abrupto. O país está  lidando muito mal com esse choque. A população está à procura de bodes  expiatórios e a  fustigar feroz e não muito inteligentemente os  presumíveis culpados. A  última esperança parece ser a de alguém ser  culpado, e o remédio mudar  as pessoas que têm autoridade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Em  geral, as autoridades federais são vistas como as únicas responsáveis –o   presidente, o Congresso, os dois maiores partidos. A tendência é muito   forte no sentido de haver mais armas a nível individual e uma redução do  envolvimento militar fora dos Estados Unidos. Culpar de tudo os   políticos de Washington leva à volatilidade política e a lutas   intestinas locais cada vez mais violentas. Eu diria que os Estados   Unidos são hoje uma das menos estáveis entidades políticas no   sistema-mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Isso faz  dos Estados Unidos não só uma nação cujas  lutas políticas são  desfuncionais, mas também um país incapaz de  exercer muito poder real  no cenário mundial. Assim, há uma grande queda  na credibilidade dos  Estados Unidos e do seu presidente por parte de  tradicionais aliados  externos, e por parte da base política doméstica do  presidente. Os  jornais estão cheios de análises dos erros políticos de  Barack Obama.  Quem pode contradizê-los? Eu poderia fazer facilmente uma  lista de  dezenas de decisões de Obama que, na minha opinião, estavam  errados,  foram covardes, e às vezes francamente imorais. Mas  pergunto-me: se ele tivesse decidido de acordo com o que pensa a sua  base, o resultado  teria sido muito diferente?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">O declínio dos  Estados Unidos não é o resultado de más decisões do seu  presidente, mas  de realidades estruturais no sistema-mundo. Obama pode  ser ainda o  indivíduo mais poderoso do planeta, mas nenhum presidente  dos Estados  Unidos é ou poderia ser hoje tão poderoso quanto os  presidentes do  passado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Entrámos  numa era de agudas, constantes e rápidas  flutuações – nas taxas de  câmbio da moeda, nos índices de emprego, nas  alianças geopolíticas, nas definições ideológicas da situação. A  extensão e a rapidez destas  flutuações leva à impossibilidade de  previsões a curto prazo. E sem  alguma estabilidade razoável das  previsões de curto prazo (três anos ou mais), a economia-mundo  paralisa-se. Todos terão de ser mais  protecionistas e virados para  dentro. E os padrões de vida vão cair.  Não é uma imagem bonita. E,  embora haja muitos, muitos aspectos  positivos para muitos países devido  ao declínio dos EUA, não é certo  que, com o barco do mundo a balançar  ferozmente, outros países sejam de facto capazes de lucrar aquilo que  esperam desta nova situação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 51, 0);">É tempo de fazer análises de longo  prazo muito mais sóbrias, de fazer julgamentos morais muito mais claros  sobre o que a análise revela, e de realizar  uma ação política muito mais  eficaz no esforço de, nos próximos 20-30  anos, criar um sistema-mundo  melhor do que aquele em que estamos todos  enredados hoje.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 51, 0);"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Fonte: Carta Capital<br /></span></p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=9ac71877-943f-8eef-ba16-7b2207d0d16c" /></div>
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		<title>Comando Logístico celebra contrato de Suporte Logístico Integrado para o material adquirido pelo Projeto Leopard</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 01:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Militar]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160; Brasília – No período de 31 de agosto a 1º de setembro de 2011 ocorreu, na Diretoria de&#160;Material, a reunião de ajuste e celebração do Contrato de Suporte Logístico&#160;Integrado para o material adquirido pelo Projeto Leopard 1. Durante o&#160;evento, conduzido pelo Diretor de Material, foram discutidos aspectos&#160;técnicos e legais do contrato entre integrantes do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="max-width: 800px;" src="http://p2p-online.com/wp-content/uploads/2011/09/tanque.jpg" height="357" width="571" />
<div class="imageGallery">
<div class="scrollTargetParent">
<div style="width: 540px; margin-left: 0px;" class="scrollTarget"><a title="foto: defesanet" class="linkImage linkImageOver" href="http://www.defesanet.com.br/site/upload/news_image/2011/09/3416.jpg"><br /></a>&nbsp;&nbsp;                        </div>
</p></div>
</p></div>
<div class="text printable">
<p style="text-align: justify; "> 	<span style="font-size:14px;"><strong>Brasília </strong>– No período de 31 de agosto a 1º de setembro de 2011 ocorreu, na Diretoria  de&nbsp;Material, a reunião de ajuste e celebração do Contrato de Suporte  Logístico&nbsp;Integrado para o material adquirido pelo Projeto Leopard 1.  Durante o&nbsp;evento, conduzido pelo Diretor de Material, foram discutidos  aspectos&nbsp;técnicos e legais do contrato entre integrantes do Comando  Logístico e representantes da&nbsp;empresa KRAUSS MAFFEI WEGMANN (KMW),  fabricante dos blindados.</p>
<p>	Ao final dos&nbsp;trabalhos, no dia 1º de setembro, com a presença do Subcomandante Logístico,&nbsp;General <strong>Eduardo</strong>, foi celebrado o contrato que terá vigência de cinco anos,&nbsp;garantindo a  execução das atividades de assistência técnica, fornecimento de&nbsp;peças  originais, formação e treinamento de militares e manutenção  corretiva,&nbsp;incluindo a reparação de componentes no exterior.</span></p>
<p style="text-align: justify; "> 	<span style="font-size:14px;">A viatura blindada LEOPARD 1A5 é a versão mais moderna da série Leopard 1, que, em relação às características das versões anteriores, traz&nbsp;aperfeiçoamentos no sistema de tiro, de  optrônica e de torre.&nbsp;</p>
<p>	Até 2012, o Exército Brasileiro contará com uma frota de 240  blindados&nbsp;Leopard, sendo 220 VBCC* 1A5, 04 VBE Engenharia*,&nbsp;04 VBE  Lançadora de Ponte*, 08 VBE Socorro* e 04 VBE&nbsp;Escola*. Contará, ainda,  com uma grande quantidade de Dispositivos de&nbsp;Simulação e Apoio à  Instrução (DSAI), tudo abrangido pela cobertura do&nbsp;Suporte Logístico  Integrado.</span></p>
<p style="text-align: justify; "> 	<span style="font-size:14px;">- VBCC - Viatura Blindada Carro de Combate<br />	- VBE Engenharia -&nbsp;Viatura Blindada Especializada de Engenharia<br />	- VBE Lançadora de Ponte -&nbsp;Viatura Blindada Especializada&nbsp;Lançadora de Ponte<br />	- VBE Socorro -&nbsp;Viatura Blindada Especializada de&nbsp;Socorro<br />	- VBE&nbsp;Escola&nbsp;-&nbsp;Viatura Blindada Especializada Escola</p>
<p>	Fonte: EB</span></p>
</p></div>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=0ce135eb-d6fe-8bfb-a17e-facb24bcc9b9" /></div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Faestrategia.com%2F2011%2F09%2Fcomando-logistico-celebra-contrato-de-suporte-logistico-integrado-para-o-material-adquirido-pelo-projeto-leopard%2F&amp;title=Comando%20Log%C3%ADstico%20celebra%20contrato%20de%20Suporte%20Log%C3%ADstico%20Integrado%20para%20o%20material%20adquirido%20pelo%20Projeto%20Leopard" id="wpa2a_16"><img src="http://aestrategia.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Governo suspende planos de novas usinas nucleares</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 14:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[O excedente de energia na matriz energética brasileira — de até 6 mil MW médios em 2013 e 2014 — permitiu ao governo reavaliar algumas posições sobre o setor. O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, afirmou nesta quinta-feira que não se trabalha mais com a previsão de novas usinas nucleares no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;font-size:28px; background:transparent; color:black; width:675px; padding:10px 10px 10px 10px; "></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;"><a href="http://www.alide.com.br/joomla/images/notas/UsinaAngra-3.jpg"><img class="aligncenter" src="http://www.alide.com.br/joomla/images/notas/UsinaAngra-3.jpg" alt="http://www.alide.com.br/joomla/images/notas/UsinaAngra-3.jpg" height="506" width="640" /></a></span><span style="color: #003300;"> </span></p>
<p><span style="color: #003300;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">O  excedente de energia na matriz energética brasileira — de até 6 mil  MW  médios em 2013 e 2014 — permitiu ao governo reavaliar algumas  posições  sobre o setor. O presidente da Empresa de Pesquisa Energética  (EPE),  Maurício Tolmasquim, afirmou nesta quinta-feira que não se  trabalha  mais com a previsão de novas usinas nucleares no país, ao contrário do  que disse no mesmo dia o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e  minimizou o atraso na construção das usinas termelétricas do grupo  Bertin.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Durante  evento realizado na sede da Associação Brasileira da  Infraestrutura e  Indústrias de Base (Abdib), em São Paulo, Tolmasquim  disse que após o  acidente envolvendo a usina nuclear japonesa de  Fukushima, no começo do ano, o governo decidiu deixar em segundo plano a  construção de quatro  novas plantas para gerar esse tipo de energia até  2030. “Não estou  dizendo que elas estão descartadas, mas os planos estão  em suspensão.  Estamos aguardando para tomar uma decisão e, como temos  muitas opções  de matrizes, não temos pressa.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Apesar da  suspensão dos novos projetos, a construção de Angra III,  que está em  andamento pela Eletronuclear, deve continuar. “Essa já  começou, não tem volta”, disse Tolmasquim.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">A sobra no potencial de geração de energia em relação ao consumo do  país também  deu ao governo federal mais tranquilidade para resolver o  problema dos  atrasos das usinas termelétricas do grupo Bertin. Segundo  Tolmasquim, o governo ainda está avaliando se é possível dar mais tempo  para a  empresa ou se será o caso de cassar a concessão. “A sobra de  energia  hoje é maior do que essas usinas, por isso o atraso não afeta  nosso  abastecimento.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Ralf  Terra, vice-presidente da Abdib,  concorda que o momento é de  tranquilidade no setor elétrico. “Há pouco  tempo, cinco anos, vivíamos  um momento de incertezas. Hoje temos  resultados significativos e um  planejamento importante no setor”, diz o  executivo. Ele afirma, no  entanto, que ainda há gargalos a serem  vencidos para dar mais agilidade aos investimentos, como entraves na  área ambiental e a falta de mão de obra especializada.</span></p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=1a37cf17-c58a-8bc1-97aa-467c9b522818" /></div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Faestrategia.com%2F2011%2F09%2Fgoverno-suspende-planos-de-novas-usinas-nucleares%2F&amp;title=Governo%20suspende%20planos%20de%20novas%20usinas%20nucleares" id="wpa2a_18"><img src="http://aestrategia.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Fronteiras brasileiras tem mais controle contra o crime</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 13:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Nelza Oliveira para Infosurhoy.com O crime organizado vai enfrentar cada vez mais repressão ao longo dos 16.886 km de fronteiras brasileiras. A Operação Sentinela apreendeu volume de drogas três vezes superior ao confiscado pela Polícia Federal nos cinco primeiros meses do ano. Apenas em junho e julho, foram apreendidas 33,7 toneladas de maconha e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;font-size:28px; background:transparent; color:black; width:675px; padding:10px 10px 10px 10px; "></h2>
<p style="text-align: center;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/-igJlk7tY6IM/Tg8I6DfVAHI/AAAAAAAAAJc/CrSdXSi9Fwk/s1600/FAI_6049_jpg+pefron_.jpg"><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/-igJlk7tY6IM/Tg8I6DfVAHI/AAAAAAAAAJc/CrSdXSi9Fwk/s1600/FAI_6049_jpg+pefron_.jpg" alt="" height="428" width="640" /></a></p>
<p><span style="color: #003300;"><strong>Por Nelza Oliveira para Infosurhoy.com</strong></span></p>
<p><span style="color: #003300;">O crime organizado vai enfrentar cada vez mais repressão ao longo dos 16.886 km de fronteiras brasileiras.</span></p>
<p><span style="color: #003300;">A Operação Sentinela apreendeu volume  de drogas três vezes  superior ao confiscado pela Polícia Federal nos  cinco primeiros meses do  ano. Apenas em junho e julho, foram  apreendidas 33,7 toneladas de  maconha e cocaína, segundo balanço  divulgado pelo Ministério da Justiça  em 29 de agosto.</span></p>
<p><span style="color: #003300;">A Sentinela integra o Plano Estratégico de Fronteiras, lançado em 8 de junho pelo governo federal.</span></p>
<p><span style="color: #003300;">Com orçamento de R$ 120 milhões para  2011, segundo o Ministério  da Defesa, o plano prevê diversas ações  integradas entre as Forças  Armadas e os órgãos federais de segurança  pública.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://impressope.uai.com.br/noticias/fotos/20110711231032234.jpg"><span style="color: #003300;"><img class="alignright" src="http://impressope.uai.com.br/noticias/fotos/20110711231032234.jpg" alt="" height="350" width="430" /></span></a><span style="color: #003300;">A cooperação com países vizinhos também faz parte da estratégia  de  prevenção e combate aos crimes mais praticados nas fronteiras:  tráfico  de drogas, armas e pessoas; delitos fiscal, financeiro e  ambiental,  além de homicídios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Em julho,  quando a Operação Sentinela foi intensificada, foram  apreendidas 23,5  toneladas de drogas – 22,16 toneladas de maconha e 1,34  tonelada de  cocaína –, o que representa um crescimento de 130% em  relação a junho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">A investida também resultou na prisão em flagrante de 786 adultos e 70 jovens infratores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Dos  8.514.876,599 km2 de área do território brasileiro, 27% são  de divisas. São 710 municípios em 11 estados fazendo fronteira com 10  países.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">O plano  prioriza o reforço à segurança em 34 pontos considerados  de maior risco ao longo dos 7.363 km de limites por terra e 9.523 km  por rios, lagos e canais</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">“Todos os  pontos vulneráveis que foram mapeados ao longo da  faixa de fronteira  receberão atenção”, afirma o general José Carlos De  Nardi, chefe do  Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, responsável  pelo planejamento do emprego da corporação em operações militares  conjuntas. “Em cada um deles, atuaremos para coibir ilícitos e reduzir a  criminalidade, a  partir da coordenação, do planejamento e da execução  de operações  militares e policiais.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Os  ministérios da Defesa e da Justiça não divulgam as áreas de  fronteira  onde as forças de segurança estão operando de forma integrada  por  questões de sigilo operacional.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://oestadodoparana.pron.com.br/media/webmedia/files/operacao2.jpg"><span style="color: #003300;"><img class="aligncenter" src="http://oestadodoparana.pron.com.br/media/webmedia/files/operacao2.jpg" alt="" height="413" width="619" /></span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">A Operação Sentinela foi lançada em março de 2010, mas ganhou  mais força com o  novo plano de segurança nas fronteiras, que prevê  aumentar em 100% o  efetivo do Ministério da Justiça –composto pelas  polícias Federal e  Rodoviária Federal – nas ações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Os esforços são coordenados pelo governo federal, com apoio logístico das Forças Armadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Também faz parte do plano a Operação Ágata, coordenada pelas  Forças Armadas, com  ações em áreas previamente determinadas. As  atividades começaram no  início de agosto nas fronteiras amazônicas –  região limítrofe com  Bolívia, Colômbia e Peru, sendo os dois últimos  países os maiores  produtores mundiais de cocaína, de acordo com o  Escritório das Nações  Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">A Ágata inclui ainda a promoção de acordos com os países fronteiriços.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://sp6.fotolog.com.br/photo/38/55/28/crispoly/1263258655049_f.jpg"><span style="color: #003300;"><img class="alignleft" src="http://sp6.fotolog.com.br/photo/38/55/28/crispoly/1263258655049_f.jpg" alt="" height="333" width="500" /></span></a><span style="color: #003300;">O primeiro foi firmado em 4 de agosto com a Colômbia, visando à  criação  da Comissão Binacional Fronteiriça (Combifron) e à adoção do  Plano  Binacional de Segurança Fronteiriça.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">O acordo  deve fortalecer a cooperação e o intercâmbio de  informações entre as  Forças Militares, a Força Nacional de Segurança  Pública e polícias dos  dois países.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">“Planeja-se adotar a mesma proposta militar com todos os países que fazem fronteira com o Brasil”, diz o general De Nardi.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">A Operação Ágata deve se estendida às regiões Centro-Oeste, na  fronteira com  Bolívia e Paraguai, e Sul, no limites com Paraguai,  Argentina e  Uruguai.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">O plano  também determina a instalação de Gabinetes de Gestão  Integrada de  Fronteira (GGIF), que irão integrar e articular o trabalho  dos órgãos  de segurança pública federais, estaduais e municipais nos  11estados  brasileiros que fazem divisa com outros países.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://api.ning.com/files/1b2FlJPDP3THz3lBHg2IuxzaRSLRryINiOSigCBG-gW*1vMfez7qifZ-b*s3Sq0H/ForaAlfaXI.jpg"><span style="color: #003300;"><img class="aligncenter" src="http://api.ning.com/files/1b2FlJPDP3THz3lBHg2IuxzaRSLRryINiOSigCBG-gW*1vMfez7qifZ-b*s3Sq0H/ForaAlfaXI.jpg" alt="" height="366" width="548" /></span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">Melhorias nas instalações físicas das unidades das polícias Federal e Rodoviária Federal também estão previstas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;">“Eu tenho  certeza de que essa não é uma ação que visa a  transferir o problema das nossas fronteiras para os países vizinhos”,  disse a presidente Dilma  Rousseff  durante a solenidade de lançamento do  Plano Estratégico de  Fronteiras, em 8 de junho. “Pelo contrário, visa a  construir junto com  os países vizinhos uma proteção dessa área de  fronteira onde coexistem  de forma harmônica, sem guerra, sem conflitos,  dez países da nossa  América Latina.”</span></p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=9566942a-a5f0-8161-9460-ecbc1bd2ab97" /></div>
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